Amante da arquitetura

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sou mulher Como qualquer uma Com dúvidas e soluções Com erros e acertos Amor e desamor. Suave como a gaivota E ferina como a leoa Tranqüila e pacificadora Mas ao mesmo tempo Irreverente e revolucionária! Feliz e infeliz Realista e sonhadora Submissa por condição Mas independente por opinião, Porque sou mulher Com todas as incoerências Que fazem de nós Um forte sexo fragil! . http://lattes.cnpq.br/7402898798508098

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Arquitetura na Antiguidade

Antiguidade
Pirâmides egípcias
À medida que as comunidades humanas evoluíam e aumentavam, acometidas pelas ameaças bélicas constantes, a primeira modalidade arquitectónicas a se desenvolver foi essencialmente a militar. A humanidade confrontava-se com um mundo povoado de deuses vivos, gênios e demónios: um mundo que ainda não conhecia nenhuma objetividade científica. O modo como os indivíduos lidavam com a transformação de seu ambiente imediato era então bastante influenciado pelas suas crenças. Muitos aspectos da vida cotidiana estavam baseados no respeito ou na adoração ao divino e ao supernatural. O poder divino, portanto, equiparava-se (ou mesmo superava) o poder secular, fazendo com que os principais edifícios das cidades fossem os palácios e os templos. Esta importância fazia com que a figura do arquitecto estivesse associada aos sacerdotes (como no Antigo Egipto) ou aos próprios governantes e a execução dos edifícios era acompanhada por diversos rituais que simbolizavam o contacto do Homem com o divino.
As cidades marcavam uma interrupção da natureza selvagem, consideradas o espaço sagrado em meio natural. Da mesma forma, os templos dentro das cidades marcavam a morada dos deuses em meio ao ambiente humano.

[editar] Divisões

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